Os objetivos são múltiplos. Em primeiro lugar, em termos de forma, o perito tem uma missão da qual não se pode desviar. Mas às vezes é grande a tentação, uma vez no local, de examinar uma obra de forma mais geral. Ou libertar-se do respeito por certos princípios essenciais, antes de mais nada contraditórios (todas as partes devem ser informadas das investigações realizadas, poder participar e debatê-las). Neste contexto, a participação nas reuniões ou a sua representação garantem o cumprimento da missão e dos princípios legais.
O Que Faz o Perito Judicial: Importância da Formação de Qualidade
Quanto ao mérito, então, o perito jurídico forma gradualmente uma opinião sobre as violações ou incumprimentos: a sua existência (o perito não pode limitar-se às alegações do autor e deve anotar por si mesmo cada uma das queixas), a sua imputação. A participação ativa na perícia permite assim orientar o pensamento do perito com um objetivo principal: libertar-se, em última análise, de qualquer responsabilidade. Divulgando informações e documentos oportunos, apoiando uma posição técnica, mas também lançando as bases para futuros debates jurídicos. Mas sempre de forma relevante: diga o que é necessário, mas apenas o que é necessário.
Alternativamente, o perito também deve frequentemente dar um parecer sobre as recomendações de reparação, os seus custos, bem como os danos. Os candidatos são por vezes gananciosos e o perito pode, sobretudo por uma questão de justiça, revelar-se generoso. É novamente essencial analisar cuidadosamente as cotações e pedidos de indemnização, contestando-os se necessário ou pelo menos tentando obter uma redução do quantum.